CONSULTORIA

A sistemas humanos em geral

Objetivos: capacitar grupos de trabalho em instituições, públicas ou privadas, na área de saúde, educacional e empresarial a lidar com os fatores humanos que interferem na realização de suas tarefas, procurando melhorar a qualidade de vida no ambiente de trabalho, através de relações interpessoais menos competitivas e mais colaborativas e da mediação de situações conflitivas porventura existentes.

Fundamentação: a experiência tem comprovado que os relacionamentos interpessoais são, via de regra, de mais difícil manejo do que os aspectos gerenciais, além de repercutirem negativamente nos resultados buscados pelas instituições; logo, não basta contar com competências profissionais para o sucesso de uma organização; é preciso também desenvolver competências relacionais para que ela possa alcançar seus objetivos.

Enfoque: através de nossa atividade como facilitadores de processos institucionais busca-se a melhoria das interações pessoais e da comunicação entre os vários estratos da instituição, com a resolução dos mal-entendidos e o aprimoramento do exercício da autoridade interpessoal e uma melhor discriminação dos papéis e funções de liderança. Nossa atenção dirige-se primordialmente ao desenvolvimento, por parte de todos os integrantes da instituição, da autonomia pessoal, base da auto-estima, sem a qual não se estabelece a cooperação e solidariedade grupais.

Recursos: conhecimentos oriundos de nossa experiência como especialistas em grupos e sistemas humanos, a partir dos seguintes referenciais teóricos:

  • Dinâmica de grupos
  • Psicanálise
  • Psicodrama
  • Teoria dos grupos operativos
  • Teoria sistêmica e da comunicação humana

A empresas familiares em particular

Tradicionalmente as empresas familiares buscavam ajuda, sob a forma de consultorias, para assessorá-las em dificuldades relacionadas com a gestão de seus negócios. Ultimamente, contudo, vem ocorrendo uma progressiva conscientização por parte dos dirigentes de empresas familiares – e lembremos que cerca de 95% das empresas em nosso país são empresas familiares – de que os fatores humanos são tão ou mais importantes do que as questões técnicas ligadas à gestão dos negócios. Portanto, não basta bem administrar os negócios para que uma empresa seja bem sucedida; é preciso também saber administrar as relações humanas no seio da família e da empresa. Os conflitos interpessoais não só repercutem negativamente nos resultados buscados pela empresa como afeta a qualidade de vida dos que nela trabalham, desmotivando-os.

Com a experiência adquirida como terapeuta de casais e famílias no contexto do pensamento sistêmico desde os ano 80 e com a vivência da coordenação de grupos terapêuticos, pedagógicos ou institucionais (mais de 20.000 h em 45 anos de atividade profissional) um de nós (Luiz Carlos Osorio) desenvolveu uma metodologia própria para acessar as questões interpessoais subjacentes às dificuldades que enfrentam as empresas familiares, sob a forma de intervenções sistemáticas (consultorias) ou pontuais (grupos de discussão e elaboração de conflitos, laboratórios vivenciais).